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Estudar no Exterior: Guia Completo para Futuros Estudantes | College Council
Estudar no exterior 25 min de leitura

Estudar no Exterior: Guia Completo para Futuros Estudantes

Guia completo sobre estudar no exterior para estudantes brasileiros. EUA, Reino Unido, Europa – requisitos, custos, bolsas, processo de aplicação passo a passo.

Estudar no Exterior: Guia Completo para Futuros Estudantes

Estudar no exterior está se tornando uma escolha cada vez mais popular entre jovens que sonham em obter uma educação internacional e novas experiências. No ano acadêmico de 2025/2026, o número de estudantes internacionais no mundo ultrapassa 6,4 milhões, e a tendência de crescimento se mantém ininterrupta há uma década. A decisão de ir para uma universidade estrangeira abre muitas portas, mas também exige uma preparação cuidadosa. Por que vale a pena considerar estudar no exterior? Quais são os benefícios de uma educação internacional? Neste guia, responderemos a essas perguntas e indicaremos os passos essenciais a serem tomados para planejar sua educação no exterior com sucesso.

Por que vale a pena estudar no exterior?

Estudar no exterior não é apenas obter um diploma de prestígio, mas também uma oportunidade única para o desenvolvimento pessoal, profissional e linguístico. Cada vez mais estudantes do Brasil decidem dar esse passo, percebendo uma série de benefícios que vêm da experiência educacional internacional.

Benefícios da educação internacional

Ir estudar no exterior é, acima de tudo, uma chance de aprender em instituições renomadas que oferecem programas educacionais modernos e acesso a especialistas proeminentes em suas áreas. O ambiente multicultural das universidades estrangeiras permite adquirir valiosas soft skills, como colaboração em equipes internacionais, resolução de problemas em um ambiente diversificado e construção de relacionamentos profissionais. De acordo com dados da OCDE, o número de estudantes internacionais em todo o mundo cresce cerca de 5% ao ano, o que demonstra o crescente interesse em estudar no exterior. Além disso, graduados de universidades estrangeiras frequentemente ganham uma vantagem no mercado de trabalho graças ao prestígio das escolas concluídas e suas conexões globais. Se você está interessado nas melhores universidades dos EUA, vale a pena consultar nosso guia sobre a Ivy League – um grupo das oito melhores universidades americanas.

Desenvolvimento linguístico

Estudar em um país estrangeiro é um dos melhores métodos para aprender um idioma. Independentemente de você escolher uma universidade de língua inglesa ou uma que ofereça aulas no idioma local, o contato diário com uma nova cultura e idioma o ajudará a atingir rapidamente um alto nível de proficiência. Por exemplo, em países como Holanda ou Suécia, a maioria dos programas de mestrado é ministrada em inglês, o que permite estudar em um ambiente internacional sem a necessidade de conhecimento avançado do idioma local. Além disso, muitas universidades oferecem cursos de idiomas para seus estudantes, facilitando a adaptação e a comunicação na vida diária. Pesquisas mostram que pessoas que aprendem um idioma estrangeiro por imersão atingem a fluência até duas vezes mais rápido do que aquelas que aprendem em condições tradicionais. Se você planeja estudar em inglês, consulte nosso guia sobre o exame TOEFL – um dos certificados de idioma mais frequentemente exigidos.

Melhores perspectivas de carreira

Estudar no exterior abre portas para mercados de trabalho internacionais. Muitas universidades estrangeiras colaboram com empresas globais, oferecendo aos estudantes acesso a estágios, práticas e programas de mentoria. Além disso, um diploma de uma universidade estrangeira de prestígio pode ser um trunfo fundamental no currículo, especialmente aos olhos de empregadores que operam no mercado global. Exemplos:

  • Estudantes de Harvard participam regularmente de estágios organizados por empresas da lista Fortune 500, como Google, Microsoft ou Goldman Sachs.
  • No Canadá, os estudantes têm a oportunidade de trabalhar no campus ou fora dele graças a uma política de visto aberta, o que lhes permite adquirir experiência profissional ainda durante os estudos.

Além disso, muitos países oferecem programas que permitem aos graduados permanecer e trabalhar por vários anos após a conclusão dos estudos, o que aumenta suas chances de encontrar emprego e desenvolver suas carreiras. Leia sobre as perspectivas de carreira após a Ivy League para descobrir quais oportunidades se abrem ao estudar nas melhores universidades.

Como escolher uma universidade no exterior?

A escolha da universidade certa no exterior é um passo crucial que exige a consideração de muitos fatores. Independentemente de você estar interessado em estudar na Europa, América do Norte ou Ásia, vale a pena analisar vários aspectos importantes para encontrar o programa que melhor se adapta às suas necessidades e objetivos.

Destinos de estudo populares no exterior

Alguns países são particularmente populares entre estudantes internacionais, graças à alta qualidade da educação, à diversidade de programas e às condições financeiras relativamente acessíveis. Aqui estão alguns exemplos:

  • Reino Unido: Famoso por universidades como a University of Oxford e Cambridge, oferece uma ampla variedade de cursos em inglês.
  • Alemanha: Atrai estudantes pela ausência de mensalidades em muitas universidades públicas, mesmo para estudantes internacionais.
  • Estados Unidos: Conhecidos pelas melhores universidades do mundo, como Harvard, MIT ou Stanford. Saiba mais sobre os custos de estudar nos EUA e as oportunidades de estudar de graça.
  • Holanda: Popular devido aos programas ministrados em inglês e aos custos de vida relativamente baixos em comparação com o Reino Unido.
  • Austrália: Universidades como a University of Sydney oferecem amplas oportunidades em ciências naturais e tecnologia.

Cada país tem suas vantagens únicas, por isso é importante considerar seus próprios objetivos educacionais e profissionais.

O que considerar ao escolher uma universidade?

A escolha da universidade certa exige uma pesquisa detalhada das opções disponíveis. Aqui estão os critérios mais importantes a serem considerados:

  • Rankings universitários: Rankings internacionais, como QS World University Rankings ou Times Higher Education, podem ser um bom ponto de partida. Posições elevadas nos rankings frequentemente significam um alto nível de educação e uma excelente reputação da universidade no mercado de trabalho.
  • Custos de vida e mensalidade: As mensalidades e os custos de manutenção variam dependendo do país e da cidade. Na Alemanha, as mensalidades são frequentemente gratuitas, enquanto nos EUA os custos podem chegar a 60.000 USD por ano nas melhores universidades (ano acadêmico 2025/2026). Consulte nosso guia detalhado sobre os custos de Harvard.
  • Programas de estudo: Verifique se a universidade oferece o curso que lhe interessa e quais especializações estão disponíveis. Também vale a pena familiarizar-se com o currículo e as opiniões dos estudantes.
  • Apoio a estudantes internacionais: Certifique-se de que a universidade oferece ajuda no processo de adaptação, como cursos de idiomas, suporte para vistos ou aconselhamento de carreira.
  • Oportunidades de estágio e trabalho: Algumas universidades possuem extensas redes de colaboração com empresas que podem ajudá-lo a adquirir experiência profissional prática ainda durante os estudos.

Como verificar a reputação de uma universidade?

A reputação de uma universidade é muito importante, especialmente se você planeja trabalhar em um ambiente internacional. Aqui estão algumas maneiras de avaliá-la:

  1. Rankings internacionais: Além dos já mencionados QS e THE, vale a pena prestar atenção ao Academic Ranking of World Universities (ARWU), que se concentra nas conquistas de pesquisa das universidades.
  2. Opiniões de estudantes: Fóruns online e portais, como StudyPortals, contêm avaliações de estudantes que podem ajudar a avaliar a vida no campus e a qualidade do ensino.
  3. Redes profissionais: Verifique onde os graduados de uma determinada universidade trabalham, usando plataformas como LinkedIn.

Custos de estudar no exterior e formas de financiamento

A decisão de estudar no exterior envolve custos que dependem do país, da universidade, do programa escolhido e do padrão de vida no local. Embora estudar em alguns países possa parecer caro, existem muitas opções de financiamento que tornam a educação no exterior mais acessível.


Custos médios em países populares (ano acadêmico 2025/2026)

Os custos de estudar no exterior incluem principalmente mensalidades, acomodação, alimentação, materiais de estudo e despesas adicionais, como transporte e seguro saúde. Abaixo, apresentamos os custos estimados em países populares:

  • Reino Unido:
    • Mensalidade: de 15.000 a 30.000 GBP anuais para estudantes de fora do Reino Unido (após o Brexit, estudantes da UE, incluindo do Brasil, pagam taxas internacionais).
    • Custos de vida: aprox. 12.000–15.000 GBP anuais, dependendo da cidade (Londres é a mais cara).
  • Alemanha:
    • Mensalidade: Gratuita na maioria das universidades públicas, exceto por uma taxa semestral (de 200 a 400 EUR).
    • Custos de vida: aprox. 950 EUR por mês, sendo Munique e Frankfurt mais caros.
  • Estados Unidos:
    • Mensalidade: de 25.000 a 65.000 USD anuais, dependendo da universidade e do programa (as universidades da Ivy League estão entre as mais caras). Informações detalhadas podem ser encontradas em nosso guia sobre os custos de estudar nos EUA.
    • Custos de vida: de 12.000 a 22.000 USD anuais.
  • Holanda:
    • Mensalidade: aprox. 2.530 EUR anuais para estudantes da UE (para cursos de graduação, ano 2025/2026).
    • Custos de vida: aprox. 900–1.300 EUR por mês.
  • Austrália:
    • Mensalidade: de 20.000 a 45.000 AUD anuais.
    • Custos de vida: aprox. 1.700 AUD por mês.

Formas de financiar estudos no exterior

Para muitos estudantes, os custos associados a estudar no exterior podem parecer um obstáculo, mas existem muitas soluções que ajudam a minimizá-los. Se você está interessado em estudar nos EUA, não deixe de ler sobre bolsas de estudo para brasileiros nos EUA e sobre as oportunidades de estudar na América de graça. Se você pensa na Europa, confira nosso guia sobre bolsas de estudo na Europa.

Bolsas e auxílios

Bolsas de estudo são uma das melhores fontes de financiamento para estudos no exterior, pois não exigem reembolso. Elas são oferecidas por governos, organizações internacionais e pelas próprias universidades.

  • Programa Erasmus+: Para estudantes da UE, permite cobrir os custos de estudo e vida em um dos países do programa.
  • DAAD (Alemanha): A organização alemã oferece bolsas de estudo para estudantes internacionais em vários níveis de ensino.
  • Fulbright (EUA): Programa para estudantes interessados em estudos de mestrado e pesquisa nos Estados Unidos.
  • Bolsas universitárias por mérito (merit-based): Baseadas em resultados acadêmicos, por exemplo, na University of Oxford ou na University of Amsterdam.
Trabalho durante os estudos

Muitos países permitem que estudantes internacionais trabalhem em meio período, o que ajuda a cobrir parte dos custos de vida:

  • Reino Unido: Possibilidade de trabalhar até 20 horas por semana.
  • Alemanha: Estudantes podem trabalhar até 120 dias por ano.
  • Austrália: O limite de trabalho é de 48 horas a cada duas semanas.
  • Estados Unidos: Com o visto de estudante F-1, é possível trabalhar no campus até 20 horas por semana.
Financiamento estudantil

Alguns países oferecem financiamento estudantil com taxas de juros preferenciais, que podem ser pagas somente após a conclusão dos estudos. Um exemplo é o sistema de empréstimos estudantis britânico, que permite o pagamento das mensalidades após atingir um determinado nível de renda.


Como economizar ao estudar no exterior?

Além de usar programas de financiamento, também vale a pena lembrar de algumas dicas que ajudarão a reduzir as despesas:

  • Escolha universidades públicas em países onde as mensalidades são baixas ou gratuitas, por exemplo, na Alemanha ou na Escandinávia.
  • Candidate-se a bolsas de estudo locais e internacionais – muitas organizações oferecem apoio a estudantes do Brasil.
  • Considere estudar em cidades com custos de vida mais baixos, em vez de metrópoles caras.
  • Aproveite as ofertas estudantis para transporte, alimentação ou cultura, que frequentemente estão disponíveis em países europeus.

Processo de aplicação para estudos no exterior

O processo de aplicação para estudos no exterior pode parecer complicado, mas a preparação adequada e o conhecimento das etapas de recrutamento ajudam a evitar o estresse e aumentam as chances de sucesso. Cada país e universidade tem seus requisitos específicos, mas existem passos universais que se aplicam em quase todos os lugares.

Requisitos de admissão

Cada universidade estabelece requisitos específicos para os candidatos, que podem variar dependendo do país e do programa. Os mais comuns são: primeiro, a comprovação de proficiência no idioma de instrução. Se o curso escolhido for ministrado em inglês, as universidades geralmente exigem certificados como IELTS ou TOEFL, e às vezes também exames de idioma locais. Outro elemento são os documentos acadêmicos, como o histórico escolar do ensino médio (equivalente à “polska matura”) ou o diploma de conclusão do grau de educação anterior. Em universidades de prestígio, é exigida uma média de notas (GPA) alta, o que deve ser considerado já no planejamento das etapas anteriores da educação.

No caso de estudos nos EUA, os resultados do exame SAT podem ser cruciais, e o próprio processo de aplicação é multifacetado e exige preparação cuidadosa. Redações de aplicação e cartas de recomendação de professores são elementos igualmente importantes da aplicação. Na carta de motivação, você deve demonstrar por que a universidade e o curso escolhidos são adequados para você e como suas habilidades e experiência se encaixam nos requisitos deles.


Prazos de aplicação

Cada país e universidade possui seu próprio calendário de recrutamento, por isso é crucial respeitar os prazos. No Reino Unido, as candidaturas para cursos de graduação são feitas através do sistema UCAS, e o prazo geralmente é em janeiro (ou outubro para universidades como Oxford ou Cambridge). Na Alemanha, o processo de candidatura frequentemente se estende até o final de julho para o semestre de inverno e até janeiro para o semestre de verão.

Algumas universidades, especialmente nos Estados Unidos, utilizam os sistemas Early Decision ou Early Action, onde as candidaturas são enviadas no início de novembro, e os resultados são conhecidos antes do final do ano civil. As candidaturas no modo Regular Decision são geralmente enviadas até 1º de janeiro. Você pode encontrar mais informações sobre isso em nosso guia sobre o Common App.


Formalidades de visto

A aplicação para estudos no exterior frequentemente envolve a necessidade de obter um visto de estudante. Em países como EUA e Austrália, esse requisito é padrão, e o processo de solicitação de visto exige a preparação de documentos apropriados, como carta de aceitação da universidade, comprovante de meios financeiros e seguro saúde. Nos Estados Unidos, é exigido o visto F-1, cuja obtenção requer uma entrevista na embaixada. No Reino Unido, os estudantes devem solicitar o Student Visa, que permite a realização de estudos e trabalho limitado durante o tempo livre das aulas. É aconselhável iniciar o processo de visto imediatamente após receber a carta de aceitação da universidade, pois em alguns países o tempo de espera pode ser de até vários meses.


Vida estudantil no exterior

Estudar no exterior não é apenas aprender, mas também viver em um novo ambiente que traz experiências e desafios únicos. A preparação para a vida em um país estrangeiro é tão importante quanto o próprio processo de recrutamento. A vida estudantil varia dependendo do país e da universidade, mas muitas instituições educacionais internacionais oferecem uma ampla gama de apoio aos seus estudantes. Desde ajuda para encontrar acomodação até a organização de eventos de integração – as universidades se esforçam para que os estudantes se sintam parte da comunidade. Os primeiros dias em um novo país podem ser difíceis devido ao choque cultural. No entanto, vale lembrar que muitas universidades oferecem apoio psicológico, e as organizações estudantis ajudam no processo de adaptação. Os estudantes podem se juntar a clubes e associações, o que facilita a criação de novas amizades e a construção de redes de contato.

Trabalho e estágios durante os estudos no exterior

Estudar no exterior não é apenas adquirir conhecimento na universidade, mas também uma oportunidade de obter experiência profissional prática. Muitos países permitem que estudantes internacionais trabalhem em meio período, o que ajuda a cobrir parte dos custos de vida, desenvolver habilidades e construir um currículo.

Oportunidades de trabalho para estudantes no exterior

Na maioria dos países, estudantes estrangeiros podem trabalhar legalmente, embora o número de horas seja geralmente limitado. Por exemplo:

  • Reino Unido: Estudantes com visto tipo Student Visa podem trabalhar até 20 horas por semana durante o semestre e em tempo integral durante as férias.
  • Alemanha: A lei permite trabalhar por 120 dias completos por ano ou 240 dias em meio período. O trabalho em universidades (por exemplo, como assistente de pesquisa) não está sujeito a essas restrições.
  • Austrália: O limite de trabalho é de 48 horas a cada duas semanas, o que é uma solução ideal para quem deseja conciliar estudos e emprego.
  • Estados Unidos: O visto F-1 permite trabalhar exclusivamente no campus no primeiro ano de estudos, após o qual é possível solicitar permissão para trabalhar fora do campus por meio de programas como OPT (Optional Practical Training) ou CPT (Curricular Practical Training).

Assumir um trabalho durante os estudos ajuda não apenas a financiar a educação, mas também a adquirir experiências valiosas em um ambiente de trabalho internacional.


Estágios e práticas profissionais

Muitos estudantes no exterior optam por participar de estágios e práticas, que frequentemente fazem parte do programa de estudos ou são um elemento adicional para o desenvolvimento da carreira profissional. Em países como Alemanha, Holanda ou Canadá, os estágios são frequentemente obrigatórios e organizados em colaboração com as universidades. As universidades mantêm relações estreitas com empresas internacionais, o que aumenta as chances dos estudantes de conseguir posições de prestígio. Nos Estados Unidos, programas como OPT e CPT permitem que os estudantes adquiram experiência profissional durante ou logo após a conclusão dos estudos. Para estudantes de STEM (Science, Technology, Engineering, Mathematics), o período de trabalho sob o OPT pode ser estendido por até três anos. Vale ressaltar que os estágios frequentemente levam a um emprego permanente – os empregadores ficam felizes em manter estudantes que já adquiriram experiência em suas estruturas.


Como encontrar trabalho ou estágios?

Procurar trabalho ou estágios no exterior pode ser um desafio, mas as universidades oferecem amplo suporte nesse sentido. Muitas universidades possuem escritórios de carreira dedicados que auxiliam os estudantes em:

  • Redação de currículos e cartas de motivação, adaptados ao mercado de trabalho local.
  • Organização de encontros com empregadores durante feiras de carreira.
  • Conexão de estudantes com empresas que oferecem programas de estágio e práticas.

Além disso, vale a pena usar plataformas como LinkedIn, Glassdoor ou Indeed, que oferecem vagas de emprego para estudantes internacionais.


O trabalho durante os estudos afeta o desempenho acadêmico?

Pesquisas mostram que estudantes que trabalham em meio período frequentemente se saem tão bem ou até melhor do que seus colegas. O trabalho ajuda a desenvolver habilidades de gerenciamento de tempo, aumenta o engajamento e oferece motivação para organizar os estudos de forma eficaz. No entanto, é importante lembrar que o trabalho não deve interferir nas responsabilidades acadêmicas – um número excessivo de horas de trabalho pode afetar negativamente o desempenho nos estudos. É crucial encontrar o equilíbrio certo.

Adaptação e vida em um novo país

Estudar no exterior não é apenas aprender e adquirir conhecimento, mas também a necessidade de se adaptar a um novo ambiente, cultura e às realidades diárias da vida em um país estrangeiro. A adaptação é uma das etapas cruciais que influenciam o sucesso e o conforto do estudante.

Primeiros dias em um novo país

O início da estadia em um novo lugar pode ser um desafio, especialmente se é a primeira vez que você viaja para o exterior por um período mais longo. Choque cultural, barreira linguística e a sensação de saudade de casa são experiências que muitos estudantes enfrentam. Para passar por esse período mais facilmente, vale a pena se preparar para alguns aspectos-chave:

  1. Acomodação: A escolha do local de moradia adequado é extremamente importante. Muitas universidades oferecem residências estudantis, que são uma solução ideal para novos estudantes, pois garantem proximidade com o campus e a oportunidade de integração com outras pessoas. Uma alternativa podem ser apartamentos alugados, frequentemente compartilhados com outros estudantes.
  2. Transporte e orientação na cidade: Ao chegar, vale a pena familiarizar-se o mais rápido possível com o sistema de transporte público e os pontos-chave da cidade, como o campus, lojas, farmácias ou unidades de saúde. A maioria das cidades universitárias oferece descontos em passagens de transporte público, o que pode reduzir significativamente os custos de vida.
  3. Formalidades administrativas: Nas primeiras semanas de estadia, é necessário resolver formalidades como o registro de residência, a abertura de uma conta bancária ou a contratação de um seguro saúde local (se exigido). Alguns países, como Alemanha ou Holanda, exigem dos estudantes um número de identificação (por exemplo, BSN na Holanda), que é essencial para trabalhar ou usar serviços públicos.

Choque cultural e como lidar com ele

O choque cultural é uma reação natural ao contato com novos costumes, normas sociais e estilo de vida. Os sintomas podem incluir sensação de desorientação, frustração e até saudade de casa. Para lidar melhor com esse desafio, vale a pena:

  • Conhecer a cultura local: Envolva-se em eventos organizados pela universidade, visite atrações locais e experimente a culinária regional.
  • Desenvolver redes de amizade: Construir relacionamentos com outros estudantes, especialmente internacionais, ajudará a criar um senso de comunidade.
  • Buscar apoio: Muitas universidades oferecem ajuda psicológica ou grupos de apoio dedicados a estudantes estrangeiros.

Organizações e apoio a estudantes internacionais

A maioria das universidades possui escritórios especiais para estudantes internacionais, que auxiliam na adaptação. O escopo do suporte pode incluir:

  • Organização de orientação para novos estudantes, onde é possível conhecer o campus e suas regras.
  • Aconselhamento jurídico sobre vistos, trabalho ou acomodação.
  • Cursos de idiomas para aqueles que desejam melhorar o conhecimento do idioma local.

Muitas universidades também mantêm clubes e organizações estudantis, como a Erasmus Student Network (ESN), que organizam eventos de integração, excursões e programas de buddy (mentoria). Graças a eles, é possível fazer novas amizades e conhecer melhor a cultura do país.


Vida diária e gerenciamento de orçamento

Estudantes estrangeiros frequentemente precisam aprender a gerenciar suas finanças em um novo ambiente. Aqui estão algumas dicas práticas:

  • Planejamento de orçamento: Determine as despesas mensais para acomodação, alimentação, transporte e entretenimento. Tente seguir o plano para evitar custos imprevistos.
  • Descontos para estudantes: Muitos países oferecem descontos especiais para estudantes – desde transporte público, passando por cinemas, até restaurantes.
  • Cozinhar em casa: Comer em restaurantes pode ser caro, por isso vale a pena aprender a preparar refeições em casa.

Trabalho e vida social

Equilibrar estudos, trabalho e vida social é crucial para o bem-estar. Estudar no exterior não é apenas aprender, mas também uma oportunidade de descobrir novas culturas, viajar e fazer amizades internacionais. Vale a pena aproveitar todas as oportunidades para desenvolver suas paixões e passar tempo com outros estudantes.

Precisa de ajuda para planejar seus estudos no exterior?

Se você planeja estudar no exterior – especialmente nos EUA – e precisa de apoio profissional no processo de aplicação, entre em contato com o College Council. Nossos consultores educacionais o ajudarão a escolher as universidades certas, preparar os documentos de aplicação e maximizar suas chances de obter uma bolsa de estudos. Prepare-se para os testes com Prepclass.io e verifique suas chances de admissão com Okiro.io.

Vale a pena estudar no exterior?

A decisão de cursar estudos no exterior é um passo que pode impactar significativamente seu futuro profissional e pessoal. Ao analisar as vantagens e os desafios potenciais, vale a pena considerar os seguintes aspectos:

Benefícios da experiência internacional

Desenvolvimento pessoal e cultural: Estudar em um país estrangeiro não é apenas aprender, mas também mergulhar em uma nova cultura, idioma e tradições. Essa imersão favorece o desenvolvimento de habilidades adaptativas, empatia e abertura à diversidade. Rede de contatos: Ao estudar no exterior, você tem a oportunidade de estabelecer relacionamentos com pessoas de todo o mundo. Esses contatos podem ser inestimáveis em sua futura carreira profissional, abrindo portas para oportunidades internacionais. Proficiência em idiomas estrangeiros: A funcionalidade diária em um idioma estrangeiro contribui para sua fluência, o que é altamente valorizado no mercado de trabalho.

Desafios relacionados a estudar no exterior

Custos: Estudar no exterior pode envolver custos mais altos do que no país de origem. No entanto, vale lembrar das bolsas de estudo, auxílios e oportunidades de trabalho para estudantes, que podem ajudar a cobrir parte das despesas. Adaptação: Adaptar-se a um novo ambiente, sistema educacional e cultura pode ser um desafio. O apoio da universidade e das organizações estudantis frequentemente facilita esse processo. Saudade de casa: O afastamento da família e dos amigos pode ser difícil, mas as tecnologias de comunicação modernas e a possibilidade de visitas ajudam a manter relacionamentos próximos.

Vale a pena?

A resposta a essa pergunta depende dos objetivos individuais, aspirações e da disposição para enfrentar desafios. Para muitas pessoas, estudar no exterior representa um investimento no futuro, oferecendo experiências únicas que são difíceis de obter estudando no país de origem. Se você está aberto a novas experiências, deseja expandir seus horizontes e obter qualificações internacionais, estudar no exterior pode ser uma excelente escolha.


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Perguntas Frequentes

Quais são os principais benefícios de estudar no exterior?

Estudar no exterior oferece desenvolvimento pessoal e cultural, a oportunidade de aprender idiomas estrangeiros por imersão, o estabelecimento de contatos profissionais internacionais, acesso a universidades de prestígio e programas educacionais modernos, além de aumentar a atratividade no mercado de trabalho global.

Estudar no exterior é caro?

Os custos dependem do país, da universidade e do programa. Na Alemanha, os estudos em universidades públicas são gratuitos (além de uma taxa semestral de aprox. 200-400 EUR), enquanto nos EUA as mensalidades podem chegar a 65.000 USD por ano. Vale a pena procurar bolsas de estudo, auxílios e oportunidades de trabalho, que podem cobrir até 100% dos custos.

Como lidar com a adaptação em um novo país?

É aconselhável aproveitar os programas de orientação oferecidos pelas universidades, engajar-se na vida estudantil, juntar-se a organizações como a ESN (Erasmus Student Network) e buscar apoio nos escritórios de estudantes internacionais. As universidades frequentemente também oferecem apoio psicológico.

O diploma obtido no exterior é reconhecido no Brasil?

A maioria dos diplomas de universidades estrangeiras renomadas é reconhecida no Brasil. No caso de países da UE, o processo de reconhecimento é simplificado. Diplomas de universidades fora da UE podem exigir validação – vale a pena verificar os detalhes na Agência Nacional de Intercâmbio Acadêmico (CAPES), que no Brasil seria o equivalente a órgãos como o Ministério da Educação ou conselhos profissionais.

Posso trabalhar enquanto estudo no exterior?

Sim, muitos países permitem que estudantes internacionais trabalhem em meio período: no Reino Unido até 20 horas por semana, na Alemanha até 120 dias por ano, na Austrália até 48 horas a cada duas semanas, e nos EUA no campus até 20 horas por semana com o visto F-1.

Quais testes são exigidos para a aplicação em estudos no exterior?

Geralmente, é exigida a comprovação de proficiência em inglês – TOEFL (mín. 80-100 pontos) ou IELTS (mín. 6.5-7.5). Para estudos nos EUA, frequentemente é necessário o SAT ou ACT. Para estudos de mestrado e MBA, podem ser exigidos GRE ou GMAT.

Qual é o melhor momento para começar a se preparar para estudar no exterior?

O ideal é começar a preparação 12-18 meses antes do início planejado dos estudos. Isso inclui a escolha da universidade, a preparação para testes de idioma e padronizados, a coleta de documentos, a redação de ensaios de aplicação e a candidatura a bolsas de estudo.

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